Saiba como calcular o preço de muro por m²

maio 20th, 2014 Andreia Silveira Posted in Casa, Dicas, Economia No Comments »

Se você quer saber como calcular o preço de muro por m² é preciso levar em conta vários fatores. Confira!

O pre√ßo do m¬≤ do muro pesa muito no or√ßamento e deixa as obras bem mais caras, mas ele deve ser constru√≠do para aumentar a prote√ß√£o de sua fam√≠lia e de seu patrim√īnio. Calcular o valor do m¬≤ pode n√£o ser muito f√°cil, mas leve em conta uma s√©rie de fatores como de verificar se o terreno √© plano, com solo firme e se precisa fazer um muro de arrimo, com perfura√ß√Ķes, o que aumentar√° ainda mais o valor.

Saiba como calcular o preço de muro por m²

Outra coisa necessária é a medida das laterais, do fundo e da frente do terreno, considerando o metro quadrado a altura e o comprimento do muro. Sem contar que o preço final ainda inclui o material que vai ser utilizado, como cimento, tijolos, areia, ferro, entre outros.

Dependendo de todos esses fatores, o preço por metro quadrado do seu muro poderá variar de R$ 70,00 a R$ 200,00, lembrando que são valores baseados na região em que a obra vai ser feita, pois esses custos variam muito no país.

Dicas para economizar na construção do muro

Para quem est√° pensando em construir um muro √© preciso fazer muitos or√ßamentos, lembrando de contratar profissionais que voc√™ j√° conhe√ßa ou que foi recomendado por pessoas conhecidas, afinal, boas indica√ß√Ķes nunca √© demais, mesmo porque seu muro n√£o pode cair, n√£o √© mesmo?

Deixe claro se o profissional está incluindo ou não o material de construção ou você que terá que ir atrás. No momento de fechar o negócio, leve em consideração não apenas o preço, mas a qualidade dos materiais e do serviço que está sendo prestado.

Economia nessas horas somente se você conhece o trabalho do profissional e tenha ganho um bom desconto em matérias de construção de marca conhecida no mercado, pois algo muito barato e de baixa qualidade poderá resultar em gastos maiores, futuramente.

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Dicas para pagar mais barato nas listas de materiais escolares

janeiro 26th, 2013 Andreia Silveira Posted in Comprar, Dicas, Economia No Comments »

O começo do ano traz muitas contas como IPVA, IPTU, matrículas e os materiais escolares. Para você não se perder em tantas contas, vamos dar dicas para pagar mais barato nas listas de materiais escolares, veja como:

Dicas para pagar mais barato nas listas de materiais escolares

  • Verifique se h√° itens que s√£o opcionais na lista e assim elimine-os;
  • Utilize a internet para pesquisar pre√ßos e se preferir, compre on line mesmo, atentando ao prazo de entrega;
  • Tente antecipar as suas compras, pois no per√≠odo em que a demanda est√° maior, os pre√ßos ficam em alta;
  • O importante √© a qualidade do material, por isso, evite produtos com imagens licenciadas que tem custo alto e nem sempre possuem qualidade;
  • Procure se juntar a outros pais de alunos para comprar em um √ļnico estabelecimento e negociar um pre√ßo mais baixo;
  • O ideal √© n√£o levar o seu filho √†s compras com voc√™, pois os produtos s√£o muitos atrativos e eles poder√£o fazer com que voc√™ gaste mais;
  • Antes de voc√™ sair de casa, verifique se n√£o sobrou materiais do ano passado e j√° os risque da lista.

Com essas dicas para pagar mais barato nas listas de materiais escolares você terá mais dinheiro para efetuar o pagamento de outras contas.

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O Que é Taxa Selic

dezembro 12th, 2012 Tatiane Posted in Economia No Comments »

A taxa Selic (Sistema Especial de Liquida√ß√£o e Cust√≥dia) √© a taxa de juros instaurada pelo COPOM (Comit√™ de Pol√≠tica Monet√°ria), que comanda todas as transa√ß√Ķes do mercado financeiro brasileiro. √Č aplicada nos empr√©stimos entre institui√ß√Ķes financeiras, e tamb√©m nas aplica√ß√Ķes banc√°rias realizadas em t√≠tulos federais, como o DARF, por exemplo. Al√©m disso, tamb√©m √© atrav√©s da Selic que os bancos calculam o valor pago pelos juros das aplica√ß√Ķes financeiras de seus clientes.

O percentual da Selic é instável: sobe e cai, de acordo com a movimentação dos consumidores, perante as leis de oferta e procura. Se baixa demais, ocorre a inflação, sendo o governo federal obrigado a aumenta-la, novamente. Se aumenta demais, o país entra em recessão, a população exige medidas do governo federal, e o mesmo a abaixa, novamente. Vale lembrar que quanto mais baixas as taxas de juros, mais aquecido e movimentado o mercado fica.

A Selic é apenas uma das taxas federais utilizadas com base para as finanças do país. Além dela, existem ainda a TBF (Taxa Básica Financeira), TR (Taxa Referencial) e a TJLP (Taxa de Juros a Longo Prazo).

Confira no gráfico abaixo, a evolução da Taxa Selic, entre os anos de 2006 e 2011:

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C√°lculo da Taxa Selic/Juros

Atrav√©s do site do BACEN (Banco Central do Brasil), √© poss√≠vel realizar o c√°lculo das taxas de juros. Acesse o endere√ßo http://www.bcb.gov.br, busque no lado esquerdo da p√°gina o perfil ‚Äė‚ÄôCidad√£o‚ÄĚ, clique em ‚ÄúCalculadora do Cidad√£o‚ÄĚ e escolha a op√ß√£o de c√°lculo desejada: Financiamento com Presta√ß√Ķes Fixas, Valor Futuro de um Capital, Aplica√ß√£o com Dep√≥sitos Regulares ou ainda Corre√ß√£o de Valores.

* Caso deseje consultar as taxas de juros em opera√ß√Ķes de cr√©dito, o Banco Central tamb√©m disponibiliza estes percentuais. Basta acessar o mesmo endere√ßo – http://www.bcb.gov.br, selecionar no lado esquerdo da p√°gina a op√ß√£o ‚ÄúCidad√£o‚ÄĚ, clique em ‚ÄúTaxas de Juros e Opera√ß√Ķes de Cr√©dito‚ÄĚ e escolha entre as op√ß√Ķes dispon√≠veis, as quais est√£o divididas em Pessoa F√≠sica e Pessoa Jur√≠dica.

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Redistribuição de Royalties do Petróleo

dezembro 1st, 2012 Alex Posted in Economia, Neg√≥cios, Not√≠cias No Comments »

A Presidente Dilma Roussef sancionou a lei de Redistribui√ß√£o de Royalties do Petr√≥leo nesta sexta feira (30/11). Por√©m a Presidente vetou o trecho da lei que foi aprovada na C√Ęmara dos Deputados que definia uma maior participa√ß√£o dos royalties aos estados e munic√≠pios n√£o produtores nos campos de produ√ß√£o j√° em explora√ß√£o.

A Presidente editou uma Medida Provis√≥ria determinando o repasse de todos os royaties dos futuros contratos para a √°rea da educa√ß√£o. O Ministro Aloisio Mercadante aprovou a decis√£o da Presidente, entendendo que essa medida √© um “grande significado hist√≥rico”. A Presidente afirmou que somente a educa√ß√£o vai fazer o Brasil ser uma na√ß√£o efetivamente desenvolvida.

Os Estados e Munic√≠pios produtores concordaram com a decis√£o da Presidente, pois a muitos dias vinham em duras negocia√ß√Ķes para manterem os acordos firmados nas assinaturas de contratos vigentes. Segundo eles essa decis√£o da posi√ß√£o de seguran√ßa, respeita a constitui√ß√£o e da exemplo de respeito as leis. Governador do Rio de Janeiro afirmou que o veto √© a confirma√ß√£o de que o Estado Democr√°tico de Direito
vigora no Brasil.

Os Estados e Municípios não produtores representados pela Confederação Nacional dos Municípios. Em nota eles lamentam a decisão e afirmam que o veto manterá o privilégio injustificado de dois Estados e 30 Municípios.

Com o veto, os Estados e Municípios produtores vão continuar recebendo uma fatia maior do valor que é pago pelas empresas que é de 26,25% nos contratos vigentes. As novas regras para os contratos futuros passaram a vigorar à partir de 2013, onde os Estados produtores passam dos 26,25% para 22% e Município de 26,25% para 5%. Já a participação dos Estados e Municípios não produtores deve aumentar. Os Estados não produtores passaram dos atuais 1,75% para 24,13% e dos Municípios não produtores dos atuais 7% para 24,5% em 2013.

A Presidente tinha at√© esta Sexta Feira (30/11) para vetar o trecho da lei. Seu veto foi decidido sobre forte press√£o do Governador do Rio de Janeiro. Segundo ele essa lei faria um estrangulamento em seus cofres p√ļblicos e que poderia comprometer os preparativos para a Copa do Mundo de 2014.

A população tem uma responsabilidade muito grande em fiscalizar seus Municípios no uso consciente deste recurso que está sendo destinado para a melhoria de nossa educação, assegurada pela Medida Provisória (MP) que a nossa Presidente vai encaminhar na Segunda Feira para o Senado.

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Royalties do Petróleo no Brasil

novembro 30th, 2012 Alex Posted in Economia, Not√≠cias No Comments »

Nas √ļltimas semanas temos ouvido muito nos notici√°rios sobre a redistribui√ß√£o do royalties do petr√≥leo no Brasil. Ocorre que o Deputado Ibsen Pinheiro do PMDB, ainda no governo Lula, apresentou uma emenda na camara federal, prevendo uma distribui√ß√£o do royalties do petr√≥leo mais igualit√°ria entre todos os estados e mun√≠cipios da federa√ß√£o. De acordo com a emenda, 30% da arrecada√ß√£o de royalties sejam destinados aos estados, 30% aos munic√≠pios e 40% para a uni√£o. A chamada “emenda Ibsen” foi al√©m da camada pr√©-sal, se estendeu a nova distribui√ß√£o dos royalties tamb√©m para as outras bacias, incluindo as j√° licitadas. Para evitar a queda brusca no repasse aos estadosprodutores o Presidente Lula vetou a medida.

Esta semana o Senado aprovou uma proposta para mudanças nos pagamentos dos Royalties do Petróleo no Brasil à União, Estados e Municípios, produtores e não produtores de Petróleo.

Distribuição dos Royalties do Petróleo no Brasil atualmente:

– 30% Uni√£o
Р26,25% Estados e Municípios produtores
Р8,75% Municípios afetados
– 7% Estados n√£o produtores
Р1,75% Municípios não produtores

Para 2013 caso a Presidente sancione a proposta:

– 20% Uni√£o
– 20% Estados
Р15% Municípios produtores
Р3% Municípios afetados
– 21% Estados n√£o produtores
Р21% Municípios não produtores

E em 2020, conforme texto aprovado pelo senado:

– 20% Uni√£o
– 20% Estados
Р4% Municípios produtores
Р2% Municípios afetados
– 27% Estados n√£o produtores
Р27% Municípios não produtores

Em relação a participação especial, que são os royalties dos lugares de maior extração, a parcela atualmente é feita da seguinte maneira:

Para 2012:

– 50% Uni√£o
– 40% Estados produtores
Р10% Municípios produtoes

Para 2013:

– 43% Uni√£o
– 32% Estados produtores
Р5% Municípios produtores
– 10% Estados n√£o produtores
Р10% Municípios não produtores

Para 2020:

– 46% Uni√£o
– 20% Estados produtores
– 4% Municipios produtores
– 15% Estados n√£o produtores
– 15% Municipios n√£o produtores

Caso não seja aprovado na camara, congressitas dos estados não produtores poderão tentar derrubar o veto presidencial à emenda Ibsen. Caso o veto seja derrubado, todos os repasses de royalties passarão a seguir a nova regra imediatamente. A união teria que compensar os estados e municípios que sofressem redução de suas receitas com recursos oriundos de sua parcela em royalties.

Acredito ser importante uma melhor distribui√ß√£o, uma vez que pela constitui√ß√£o o termo “uni√£o” √© o acordo entre estados e munic√≠pios, e sendo assim toda a Uni√£o (Estados e Munic√≠pios) tem direito aos royalties de extra√ß√£o e utiliza√ß√£o dos recursos naturais independente de sua posi√ß√£o geogr√°fica.

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