Como faço para ver meus créditos no celular CLARO sem usar o *500 ?
Você quer saber:
como faço para ver meus créditos no celular da CLARO sem usar o *500 , que é tarifado?
Basta digitar *544# no seu celular e apertar send / enviar. Desta forma você vê quantos créditos ainda tem, de graça.
*544# para consultar gratuitamente e *545# para consultar a validade dos créditos. Ambos os números consultas são gratuitas!
Tags: celular, Claro, Tecnologia
You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.
agosto 13th, 2009 at 5:17 pm
boa tarde!
Tem cinco dias que comprei um aparelho claro plano 40
e ñ estou conseguindo me cadastrar pra ver quanto tenho
de crédito.
digito *544# mas diz que eu ñ sou cliente claro.
Já tentei tambem no 1052 tbm ñ conseguuir.
obrugado aguardo a resposta.
agosto 14th, 2009 at 2:49 pm
Francinalda, meu pré pago é *544#, *545# e *546#
Nao sei no plano 40 se são os mesmos…
agosto 27th, 2009 at 4:24 pm
A Lua prateava a bagaceira. A natureza silenciava. O silêncio, às vezes, era cortado pelo pio da coruja. De vez em quando, o vento assobiava nas folhas das mangueiras e dos cajueiros. De longe, vinham os latidos dos cães.
Já era meia-noite e tudo parecia crer que ali terÃamos mais uma noite de paz, de sono tranqüilo. Em um dado momento, a Lua escondera-se por entre as nuvens e fez-se escuro. Uma rasga-mortalha deu um vôo rasante sobre o telhado da casa. Todos dormiam, menos Hermenegildo. Seu coração palpitava que algo estranho iria acontecer naquela noite. Levantou-se, abriu a janela que dava para o quintal, tudo, porém, continuava calmo. Mas era meia-noite.
Assim que cerrou a janela, ouviu um uivo estrondoso, vindo das bandas de uma mangueira. Saiu ao quintal, fitou os olhos em direção à árvore e viu duas tochas de fogo que o miravam.
Hermenegildo ficou estático ao fitar aqueles olhos de fogo. Sentiu um calafrio e concluiu: é um lobisomem. E era mesmo.
Era um animal peludo, queixudo, de unhas grandes. Este ciscou as folhas secas da mangueira e partiu em direção ao nosso homem que saiu em desabalada carreira, pulando uma cerca, de nove cintas de arame farpado. Quanto mais gritava e corria, mais o bicho dele se aproximava. O povoado todo acordou aos gritos de Hermenegildo: é um lobisomem…. é um lobisomem…
As crianças se aconchegavam no colo das mães; as mulheres, de camisola, abraçavam seus filhos, com medo de o bicho comer o fÃgado de cada um, pois lobisomem gosta de fÃgado de criança.
Nosso personagem, quando parou, as calças estavam um pirão. O coitado estava todo borrado e desmaiou, mas logo foi socorrido e tornou a si.
Dez homens saÃram em perseguição ao monstro. Uns, com pedaços de pau; outros com espingarda de cartucho; e outros com espingarda socadeira.
Nas folhagens da mangueira, viram o rastro, idêntico ao de um jumento. Seguiram as pegadas na areia, até a cerca, onde encontraram, cravados no arame, pêlos do animal, do bicho-fera. Depois da cerca, as pegadas já não mais existiam.
Quando olharam a Lua, esta reacendera seu brilho, anunciando o desencanto do animal.
De manhãzinha, o comentário era um só: a aparição de um lobisomem na propriedade de seu Hermenegildo.
Gabriel, porém, um caboclo corajoso, disse consigo: – vou descobrir quem é este lobisomem. Saiu, espiando moita por moita quando, de repente, deu um passo atrás. Seu Graciliano dormia a sono solto, embaixo de uma moita de cipó. Qual não foi o espanto do caboclo: as costas de Graciliano estavam marcadas pelos riscos do arame farpado.
Todo o povoado ficou sabendo que seu Graciliano virava lobisomem. As crianças corriam com medo, quando avistavam o bom velhinho.
E ele se orgulhava desse poder sobrenatural.
Contei esta história a seu Raimundo, que não acreditava em lobisomem.
Raimundo de Assis Holanda Holanda