<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Como faço para ver meus créditos no celular CLARO sem usar o *500 ?</title>
	<atom:link href="http://www.aprocura.com.br/como-faco-para-ver-meus-creditos-no-celular-claro-sem-usar-o-500.html/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.aprocura.com.br/como-faco-para-ver-meus-creditos-no-celular-claro-sem-usar-o-500.html</link>
	<description>buscar produtos e serviços na internet</description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Jan 2012 12:32:06 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<item>
		<title>Por: fefelipepe</title>
		<link>http://www.aprocura.com.br/como-faco-para-ver-meus-creditos-no-celular-claro-sem-usar-o-500.html/comment-page-1#comment-41292</link>
		<dc:creator>fefelipepe</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 19:24:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.aprocura.com.br/?p=2294#comment-41292</guid>
		<description>A Lua prateava a bagaceira. A natureza silenciava. O silêncio, às vezes, era cortado pelo pio da coruja. De vez em quando, o vento assobiava nas folhas das mangueiras e dos cajueiros. De longe, vinham os latidos dos cães.

Já era meia-noite e tudo parecia crer que ali teríamos mais uma noite de paz, de sono tranqüilo. Em um dado momento, a Lua escondera-se por entre as nuvens e fez-se escuro. Uma rasga-mortalha deu um vôo rasante sobre o telhado da casa. Todos dormiam, menos Hermenegildo. Seu coração palpitava que algo estranho iria acontecer naquela noite. Levantou-se, abriu a janela que dava para o quintal, tudo, porém, continuava calmo. Mas era meia-noite.

Assim que cerrou a janela, ouviu um uivo estrondoso, vindo das bandas de uma mangueira. Saiu ao quintal, fitou os olhos em direção à árvore e viu duas tochas de fogo que o miravam.

Hermenegildo ficou estático ao fitar aqueles olhos de fogo. Sentiu um calafrio e concluiu: é um lobisomem. E era mesmo.

Era um animal peludo, queixudo, de unhas grandes. Este ciscou as folhas secas da mangueira e partiu em direção ao nosso homem que saiu em desabalada carreira, pulando uma cerca, de nove cintas de arame farpado. Quanto mais gritava e corria, mais o bicho dele se aproximava. O povoado todo acordou aos gritos de Hermenegildo: é um lobisomem.... é um lobisomem...

As crianças se aconchegavam no colo das mães; as mulheres, de camisola, abraçavam seus filhos, com medo de o bicho comer o fígado de cada um, pois lobisomem gosta de fígado de criança.

Nosso personagem, quando parou, as calças estavam um pirão. O coitado estava todo borrado e desmaiou, mas logo foi socorrido e tornou a si.

Dez homens saíram em perseguição ao monstro. Uns, com pedaços de pau; outros com espingarda de cartucho; e outros com espingarda socadeira.

Nas folhagens da mangueira, viram o rastro, idêntico ao de um jumento. Seguiram as pegadas na areia, até a cerca, onde encontraram, cravados no arame, pêlos do animal, do bicho-fera. Depois da cerca, as pegadas já não mais existiam.

Quando olharam a Lua, esta reacendera seu brilho, anunciando o desencanto do animal.

De manhãzinha, o comentário era um só: a aparição de um lobisomem na propriedade de seu Hermenegildo.

Gabriel, porém, um caboclo corajoso, disse consigo: - vou descobrir quem é este lobisomem. Saiu, espiando moita por moita quando, de repente, deu um passo atrás. Seu Graciliano dormia a sono solto, embaixo de uma moita de cipó. Qual não foi o espanto do caboclo: as costas de Graciliano estavam marcadas pelos riscos do arame farpado.
Todo o povoado ficou sabendo que seu Graciliano virava lobisomem. As crianças corriam com medo, quando avistavam o bom velhinho.

E ele se orgulhava desse poder sobrenatural.
Contei esta história a seu Raimundo, que não acreditava em lobisomem.


Raimundo de Assis Holanda Holanda</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Lua prateava a bagaceira. A natureza silenciava. O silêncio, às vezes, era cortado pelo pio da coruja. De vez em quando, o vento assobiava nas folhas das mangueiras e dos cajueiros. De longe, vinham os latidos dos cães.</p>
<p>Já era meia-noite e tudo parecia crer que ali teríamos mais uma noite de paz, de sono tranqüilo. Em um dado momento, a Lua escondera-se por entre as nuvens e fez-se escuro. Uma rasga-mortalha deu um vôo rasante sobre o telhado da casa. Todos dormiam, menos Hermenegildo. Seu coração palpitava que algo estranho iria acontecer naquela noite. Levantou-se, abriu a janela que dava para o quintal, tudo, porém, continuava calmo. Mas era meia-noite.</p>
<p>Assim que cerrou a janela, ouviu um uivo estrondoso, vindo das bandas de uma mangueira. Saiu ao quintal, fitou os olhos em direção à árvore e viu duas tochas de fogo que o miravam.</p>
<p>Hermenegildo ficou estático ao fitar aqueles olhos de fogo. Sentiu um calafrio e concluiu: é um lobisomem. E era mesmo.</p>
<p>Era um animal peludo, queixudo, de unhas grandes. Este ciscou as folhas secas da mangueira e partiu em direção ao nosso homem que saiu em desabalada carreira, pulando uma cerca, de nove cintas de arame farpado. Quanto mais gritava e corria, mais o bicho dele se aproximava. O povoado todo acordou aos gritos de Hermenegildo: é um lobisomem&#8230;. é um lobisomem&#8230;</p>
<p>As crianças se aconchegavam no colo das mães; as mulheres, de camisola, abraçavam seus filhos, com medo de o bicho comer o fígado de cada um, pois lobisomem gosta de fígado de criança.</p>
<p>Nosso personagem, quando parou, as calças estavam um pirão. O coitado estava todo borrado e desmaiou, mas logo foi socorrido e tornou a si.</p>
<p>Dez homens saíram em perseguição ao monstro. Uns, com pedaços de pau; outros com espingarda de cartucho; e outros com espingarda socadeira.</p>
<p>Nas folhagens da mangueira, viram o rastro, idêntico ao de um jumento. Seguiram as pegadas na areia, até a cerca, onde encontraram, cravados no arame, pêlos do animal, do bicho-fera. Depois da cerca, as pegadas já não mais existiam.</p>
<p>Quando olharam a Lua, esta reacendera seu brilho, anunciando o desencanto do animal.</p>
<p>De manhãzinha, o comentário era um só: a aparição de um lobisomem na propriedade de seu Hermenegildo.</p>
<p>Gabriel, porém, um caboclo corajoso, disse consigo: &#8211; vou descobrir quem é este lobisomem. Saiu, espiando moita por moita quando, de repente, deu um passo atrás. Seu Graciliano dormia a sono solto, embaixo de uma moita de cipó. Qual não foi o espanto do caboclo: as costas de Graciliano estavam marcadas pelos riscos do arame farpado.<br />
Todo o povoado ficou sabendo que seu Graciliano virava lobisomem. As crianças corriam com medo, quando avistavam o bom velhinho.</p>
<p>E ele se orgulhava desse poder sobrenatural.<br />
Contei esta história a seu Raimundo, que não acreditava em lobisomem.</p>
<p>Raimundo de Assis Holanda Holanda</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André</title>
		<link>http://www.aprocura.com.br/como-faco-para-ver-meus-creditos-no-celular-claro-sem-usar-o-500.html/comment-page-1#comment-41260</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 17:49:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.aprocura.com.br/?p=2294#comment-41260</guid>
		<description>Francinalda, meu pré pago é *544#, *545# e *546#
Nao sei no plano 40 se são os mesmos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Francinalda, meu pré pago é *544#, *545# e *546#<br />
Nao sei no plano 40 se são os mesmos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Francinalda</title>
		<link>http://www.aprocura.com.br/como-faco-para-ver-meus-creditos-no-celular-claro-sem-usar-o-500.html/comment-page-1#comment-41255</link>
		<dc:creator>Francinalda</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 20:17:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.aprocura.com.br/?p=2294#comment-41255</guid>
		<description>boa tarde!
Tem cinco dias que comprei um aparelho claro plano 40
e ñ estou conseguindo me cadastrar pra ver quanto tenho 
de crédito.
digito *544# mas diz que eu ñ sou cliente claro.
Já tentei tambem no 1052 tbm ñ conseguuir.
obrugado aguardo a resposta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>boa tarde!<br />
Tem cinco dias que comprei um aparelho claro plano 40<br />
e ñ estou conseguindo me cadastrar pra ver quanto tenho<br />
de crédito.<br />
digito *544# mas diz que eu ñ sou cliente claro.<br />
Já tentei tambem no 1052 tbm ñ conseguuir.<br />
obrugado aguardo a resposta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

