Origem do Ano Novo – 1 de Janeiro de 2010

As culturas que usam calendários anuais celebram o Ano-Novo no dia 1 de janeiro. A celebração é também chamada réveillon, do verbo réveiller, que significa “despertar”.

A comemoração ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Jano, que tinha duas faces – uma voltada para frente e a outra para trás.

Publicado por adm na categoria Ano Novo, Cultura no dia dezembro 29th, 2009.

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1 Resposta to “Origem do Ano Novo – 1 de Janeiro de 2010”

  1. O Conceito da Bíblia – As comemorações de ano-novo são próprias para os cristãos?
    “A TARDE que antecede o ano-novo é uma calmaria fora do comum”, comenta Fernando, um médico brasileiro. “Então, a partir das 11 horas da noite, começa a aparecer uma enxurrada de pacientes com facadas, com ferimentos causados por tiros, jovens que se machucaram em acidentes de carro e mulheres casadas espancadas. O álcool quase sempre está envolvido.”
    Tendo em vista os comentários acima, não é de admirar que um jornal brasileiro tenha-se referido ao ano-novo como “o dia internacional da ressaca”. Uma agência de notícias européia observa que “o ano-novo é para os hedonistas leigos” e acrescentou que “trata-se de mais uma rodada na eterna batalha do homem contra as bebidas alcoólicas”.
    É verdade que nem todos comemoram o ano-novo bebendo muito e agindo com violência. De fato, muitos têm lembranças agradáveis dessa ocasião. “Quando criança, mal podia esperar pelo ano-novo”, diz Fernando, mencionado anteriormente. “Sempre havia muitos jogos, comida e bebida. À meia-noite, a gente se abraçava, beijava e cumprimentava dizendo: ‘Feliz ano-novo!’”
    Da mesma forma, muitas pessoas hoje acham que conseguem comemorar o ano-novo sem exageros. Ainda assim, os cristãos fazem bem em examinar a origem e o significado dessa festa popular. Será que a celebração de ano-novo se choca com os ensinos bíblicos?
    Uma olhada no passado
    Antigas inscrições indicam que as comemorações de ano-novo datam de 3000 AEC, na Babilônia. Celebrada em meados de março, essa festividade era decisiva. “Nessa ocasião, o deus Marduque resolvia qual seria o destino do país no ano seguinte”, comenta The World Book Encyclopedia. A comemoração do ano-novo dos babilônios durava 11 dias e incluía sacrifícios, procissões e ritos de fertilidade.
    Por um tempo, o ano-novo dos romanos também começava em março, mas, em 46 AEC, o imperador Júlio César assinou um decreto estabelecendo o início dele em 1.° de janeiro. Esse dia já era dedicado a Jano, o deus das origens, e a partir daí também marcaria o início do ano romano.

    A data havia mudado, mas o clima de festa continuava. A Cyclopedia de McClintock e Strong relata que, em 1.° de janeiro, as pessoas “entregavam-se a intemperança e a várias formas de superstições pagãs”.
    Ritos supersticiosos têm seu lugar nas comemorações de ano-novo até nos dias de hoje. Por exemplo, em algumas regiões da América do Sul, as pessoas saúdam o ano-novo apoiadas apenas no pé direito. Outros tocam buzinas e soltam rojões. Segundo um costume tcheco, come-se sopa de lentilhas no ano-novo, ao passo que a tradição eslovaca dita que se deve colocar dinheiro ou escamas de peixe debaixo da toalha de mesa. Esses rituais, cujo objetivo é espantar a má sorte e garantir a prosperidade, simplesmente perpetuam a antiga crença de que a virada do ano é uma ocasião para decidir destinos.
    O que a Bíblia diz sobre isso
    A Bíblia alerta os cristãos a ‘andar decentemente, não em festanças e em bebedeiras’. (Romanos 13:12-14; Gálatas 5:19-21; 1 Pedro 4:3) Visto que as comemorações de ano-novo se enquadram exatamente nos excessos que a Bíblia condena, os cristãos não participam nessas festividades. Isso não quer dizer que são uns “desmancha-prazeres”. Muito pelo contrário, eles sabem que a Bíblia diz diversas vezes aos adoradores de Deus que se alegrem, e por vários motivos. (Deuteronômio 26:10, 11; Salmo 32:11; Provérbios 5:15-19; Eclesiastes 3:22; 11:9) A Bíblia também reconhece que a comida e a bebida andam de mãos dadas com a alegria. — Salmo 104:15; Eclesiastes 9:7a.
    No entanto, conforme já observamos, as comemorações de ano-novo estão arraigadas em costumes pagãos. A adoração falsa é impura e detestável do ponto de vista de Jeová e os cristãos rejeitam costumes que têm essas origens. (Deuteronômio 18:9-12; Ezequiel 22:3, 4) O apóstolo Paulo escreveu: “Que associação tem a justiça com o que é contra a lei? Ou que parceria tem a luz com a escuridão? Além disso, que harmonia há entre Cristo e Belial?” Ele tinha bons motivos para acrescentar: “Cessai de tocar em coisa impura.” — 2 Coríntios 6:14-17a.
    Os cristãos se dão conta de que participar em ritos supersticiosos não garante felicidade nem prosperidade — especialmente porque esse tipo de celebração incorre no desfavor de Deus. (Eclesiastes 9:11; Isaías 65:11, 12) Além do mais, a Bíblia adverte os cristãos a serem moderados e equilibrados na conduta. (1 Timóteo 3:2, 11) É claro que seria impróprio para alguém que alega seguir os ensinamentos de Cristo participar em comemorações que se caracterizam por excessos.
    Por mais atraentes e agradáveis que pareçam ser as comemorações de ano-novo, a Bíblia nos exorta a ‘cessar de tocar em coisa impura’ e a ‘purificarmo-nos de toda imundície da carne e do espírito’. Para os que lhe obedecem, Jeová oferece a calorosa garantia: “Eu vos acolherei. . . . Eu serei pai para vós e vós sereis filhos e filhas para mim.” (2 Coríntios 6:17b-7:1) De fato, ele promete bênçãos eternas e prosperidade a todos os que são leais a ele. — Salmo 37:18, 28; Revelação (Apocalipse) 21:3, 4, 7.
    [Nota(s) de rodapé]
    Quando Paulo se referiu a ‘festanças e bebedeiras’, ele talvez estivesse falando também das comemorações de ano-novo, visto que já eram populares em Roma no primeiro século.

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